PEQUENO RESUMO DA APRENDIZAGEM ESPERADA
PARA ESTE BIMESTRE.
INTRODUÇÃO
Com este texto pretende-se que o aluno, ao lê-lo, possa
revisar todos os temas abordados em sala de aula presente no plano de ensino
previsto para o 3º bimestre.
Como temos alunos de 3º, 4º e 5º anos, e percebendo que
alguns alunos ainda não dão conta de realizar registros e anotações, faço este pequeno resumo para auxiliá-los,
assim como aos pais para ajudá-los nesta revisão. Entendendo, assim, que o aprendizado tomará
corpo mais facilmente.
ARTES
CÊNICAS

Complexo:
aquilo que não damos conta de abraçar ou de compreender. Não dá para envolver junto ao plexo, abdômen.
Portanto, “artes cênicas” é
uma arte que envolve diversos componentes com o objetivo de criar a ilusão de
vivências reais e tendo dentre seus componentes o próprio artista atuando com
seu próprio corpo e todas as suas particularidades.
Ou seja, o artista é quem, por meio da máscara, ou do fingimento, dá vida a elementos
da ficção criados para expressar vivências
artificiais similares as reais. Neste sentido, Máscara (origem grega) e personagem
(origem latina) são a mesma coisa.
Vivências
artificiais, portanto, são as cenas que, por sua vez, são
compostas tanto do trabalho do ator ou da atriz, quanto dos componentes auxiliares utilizados para
forjar, com mais realismo, a cena específica.
Componentes
auxiliares são: a sonoplastia, o figurino, o cenário e
outros.
Campo
de atuação das artes cênicas: Teatro, telenovelas, cinema, circo e outros.
Cinema
– seu
significado é: Imagem em movimento.
Mecanismo, inicialmente, projetado e criado por Thomas Alva Edson, onde apenas
um observador de cada vez podia contemplar as imagens. Porém, logo, este
invento foi aprimorado, na França, pelos
irmãos Lumiére, que conseguiram expandir o efeito cinematográfico para fora da
câmara de Edson. Iniciando, assim, a projeção numa tela externa. Os irmãos Lumiére, então, são considerados
os criadores do cinema.
Mas, para chegar no que hoje compreendemos como cinema,
foram necessários muitos aprimoramentos para que, por intermédio do processo da
imagem em movimento, fosse possível, de fato, se contar uma história. Neste
sentido, podemos citar o processo de decupagem,
que consiste em dividir as cenas em quadros específicos de modo a dar sentido
para que o espectador possa compreender o enredo do filme sem a necessidade de
alguém ao lado da projeção, como era feito antigamente, dizendo o que vai
ocorrer na determinada cena, por falta de clareza, na mesma, e pela
possibilidade do espectador não se atentar para o que realmente interessava
naquele conjunto de imagens que estava
sendo projetado. Ou seja, o enquadramento ou decupagem, então, ajudou a criar a
linguagem do cinema.
Vamos, também encontrar, seja nas peças de teatro, ou no
cinema, postos específico de atuação como:
(Apenas para citarmos alguns, temos)
·
Protagonista – ator principal
·
Antagonista – ator oponente do ator principal
·
Co-adjuvante – ator parceiro do ator principal,
porém um pouco mais abaixo quanto ao destaque nas cenas ou no filme como um
todo.
·
Figurantes- componentes com o mínimo de
expressão, empregado apenas para formatação do ambiente ou do contexto
momentâneo.
Fenômenos
cênicos
As cenas ou as peças, sejam elas cinematográficas ou
teatrais, como toda obra de arte,
apresentam a catarse e perceptos.
·
Catarse
– É
a capacidade que tem o ser humano de, quando dedicado a contemplar uma peça
teatral, seja no teatro ou um filme ou uma novela ou outro segmento cênico ou
genericamente artístico, passar por um expurgamento
(expulsão) das energias “pesadas” como tristeza, raiva, ira...Que acabam dando
espaço para energias leves, como: alegria, motivação, bem estar,...
Sendo
que este conceito, quando no campo da psicologia, se expande para uma ideia de
sublimação como resultado final de momentos de tensões, angustia, inseguranças,
etc. E, desta forma se colocando sempre presente no desenvolvimento humano por
intermédio das vivências. Aquelas
imitadas pelas artes cênicas, lembra?
· Perceptos
- Termo
proposto por Deleuze, para distinguir o filósofo do artista, sendo o filósofo o
que cria conceitos e o artista o que cria perceptos e, estes “perceptos”
criados e presentes nas obras de arte, são capazes de interagir com o
observador despertando, neste o interesse em
contemplar, o que produzirá nele, às vezes, um se dar conta do que está sendo expresso artisticamente.
Assim, encerro esta explanação
e indico que o aluno assista os vídeos que reforçam os tópicos
aqui abordados. Assim, espero estar colaborando para a geração do aprendizado
que será avaliado pelo sistema.
Trabalho
Neste bimestre todos os alunos
participarão individualmente ou em grupo, de um desafio que é criar uma
sonoplastia para uma determinada cena por ele criada ou adaptada.
Ex.:
“ E
aquele homem caminhava pela noite fria,
batendo de porta em porta a procura de um abrigo”
Bom, para esta cena o sonoplasta, o
aluno, poderá criar um som de batida na porta, no momento após a frase “ batendo de porta em porta”. Isto
dará mais realismo a cena ou a fala.
Avaliação
atitudinal
O
aluno terá seu caderno avaliado da seguinte forma:
Não
tem caderno – nota zero
Tem
caderno e os registros – nota 5
Tem
o caderno, os registros e consegue localizar repostas neste material ´nota 10
Obs:
lembrando que esta avaliação relativa ao caderno tem peso 0,2 e a avaliação do
trabalho peso 0,3 e a avaliação da prova peso 0,5.
Ex.:
Simulador da média ponderada:
QUESITO
|
NOTA
|
PESO A SER
MULTIPLICADO pela nota.
|
RESULTADO DA NOTA
ADAPTADA ao peso.
|
PROVA
|
8
|
X
0,5
|
4
|
TRABALHO
|
9
|
X
0,3
|
2,7
|
ATITUDINAL
|
5
|
X
0,1
|
0,5
|
SOMATÓRIO
DAS NOTAS CONFORME OS PESOS DE CADA UMA
|
8,2
(Nota do boletim)
|
||

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